Em mais um dos meus raros momentos falando de moda aqui no site, hoje me peguei vivenciando um dos momentos mais divertidos e satisfatórios de todos os tempos por mim. Estava me arrumando depressa pra ir trabalhar e em 7 minutos aproximados eu já estava vestido, peguei poucas peças de roupas que estavam na minha frente botei no corpo, aproveitei que o cabelo já estava bom coloquei o sapato e no caminho de pegar a chave de casa me olhei no espelho, foi ai que percebi duas coisas, a primeira era que eu em momento algum tinha me olhado no espelho durante a arrumação e a segunda foi perceber que mesmo sem me olhar no espelho o resultado estava muito bom.
A pouco mais de duas semanas eu me deparei vendo um vídeo de uma stylist que comentava sobre o fato das pessoas estarem buscando comprar mais roupas "gastas" porém sem gastar a roupa, ex. Marcas investindo novamente nos dirty jeans, jaquetas de couro com marcas de uso falsas e etc. No final dessa vídeo ela conclui que o que realmente torna os dirty jeans e camurças "sujas" icônicos não é somente a marca de uso ali, e sim a sensação de que a peça é tão nossa, tanto no sentido de possuir por muito tempo quanto no sentido de combinar conosco, que mesmo "machucada" ela ainda funciona quando nós estamos usando.
A calça que estou usando hoje é uma dessas peças, ela acumula diversas marcas, algumas de uso preterido, umas feitas pela minha namorada e outras feitas por mim. Lembrei desse vídeo da Stylist porque eu me senti uma das referências visuais que ela utilizou pra explicar as pessoas que conhecem tanto a peça que está vestindo que não precisa fazer esforço pra se encaixar na peça.
Algo durante a digitação desse texto me remeteu muito ao Baby Keem que pra minha não surpresa disse uma vez que é o tipo de rico que tem um celular quebrado (se eu fosse rico me identificaria)
A pouco mais de duas semanas eu me deparei vendo um vídeo de uma stylist que comentava sobre o fato das pessoas estarem buscando comprar mais roupas "gastas" porém sem gastar a roupa, ex. Marcas investindo novamente nos dirty jeans, jaquetas de couro com marcas de uso falsas e etc. No final dessa vídeo ela conclui que o que realmente torna os dirty jeans e camurças "sujas" icônicos não é somente a marca de uso ali, e sim a sensação de que a peça é tão nossa, tanto no sentido de possuir por muito tempo quanto no sentido de combinar conosco, que mesmo "machucada" ela ainda funciona quando nós estamos usando.
A calça que estou usando hoje é uma dessas peças, ela acumula diversas marcas, algumas de uso preterido, umas feitas pela minha namorada e outras feitas por mim. Lembrei desse vídeo da Stylist porque eu me senti uma das referências visuais que ela utilizou pra explicar as pessoas que conhecem tanto a peça que está vestindo que não precisa fazer esforço pra se encaixar na peça.
Algo durante a digitação desse texto me remeteu muito ao Baby Keem que pra minha não surpresa disse uma vez que é o tipo de rico que tem um celular quebrado (se eu fosse rico me identificaria)
@lorenawlr
@ihasmim
@wgledston