Eu tenho pensado muito sobre essa coisa de se perder dentro da gente, geralmente quando eu lia isso eu sempre pensava em ego. A pessoa que se engrandeceu tanto que o espaço dentro dela ficou pequeno, no negativo, sabe?
O que tem rolado comigo (e com alguns que conheço e converso) é que a medida que o tempo vai passando, os anos, os aniversários, a gente vai se moldando dentro da gente e se lapidando. Não com a distância amarga do que se é, mas com carinho.
Você percebe como a gente tem “crescido” em pouco tempo?
Pensa em 3 anos atrás, você continua fazendo as mesmas coisas, indo aos mesmos lugares, lendo os mesmos livros ou tendo os mesmo pensamentos que tinha?
Eu não. Eu tive um gap bizarro e isso acaba me assustando um pouco, ao mesmo tempo que me dá conforto. É estranho.
Agora que já estou na casa dos vinte e tantos anos já tenho alguma propriedade pra falar que aos vinte e pouco era tudo mais confortável, a incerteza era mais tranquila, o desconforto era bem mais confortável e a pressão não era tão grande pra se ter a base que meus pais na minha idade já tinham.
Essa coisa toda de ter que ser alguém na vida ainda é uma prisão pra mim, principalmente agora que já não tenho mais tantas amarras como antigamente mas ao mesmo tempo eu não me sinto tão liberta. Acho que me sinto mais presa ao dever de ser do que da doçura de não precisar ser… Não sei se faz sentido.
O principal da vida acho que é continuar buscando ser correta e justa comigo mesma, apesar dos pesares que ela traz.
A internet hoje deixa a gente com aquela sensação de atraso sempre, tem sempre alguém que parece melhor mas eu gosto de pensar que a gente nunca sabe o que se passa de fato do outro lado da tela e tudo pode não passar de uma ilusão.
Por aqui tenho tentado viver mais o presente, o real e isso tem me dado deliciosos presentes e aliviado algumas ansiedades.
O que tem rolado comigo (e com alguns que conheço e converso) é que a medida que o tempo vai passando, os anos, os aniversários, a gente vai se moldando dentro da gente e se lapidando. Não com a distância amarga do que se é, mas com carinho.
Você percebe como a gente tem “crescido” em pouco tempo?
Pensa em 3 anos atrás, você continua fazendo as mesmas coisas, indo aos mesmos lugares, lendo os mesmos livros ou tendo os mesmo pensamentos que tinha?
Eu não. Eu tive um gap bizarro e isso acaba me assustando um pouco, ao mesmo tempo que me dá conforto. É estranho.
Agora que já estou na casa dos vinte e tantos anos já tenho alguma propriedade pra falar que aos vinte e pouco era tudo mais confortável, a incerteza era mais tranquila, o desconforto era bem mais confortável e a pressão não era tão grande pra se ter a base que meus pais na minha idade já tinham.
Essa coisa toda de ter que ser alguém na vida ainda é uma prisão pra mim, principalmente agora que já não tenho mais tantas amarras como antigamente mas ao mesmo tempo eu não me sinto tão liberta. Acho que me sinto mais presa ao dever de ser do que da doçura de não precisar ser… Não sei se faz sentido.
O principal da vida acho que é continuar buscando ser correta e justa comigo mesma, apesar dos pesares que ela traz.
A internet hoje deixa a gente com aquela sensação de atraso sempre, tem sempre alguém que parece melhor mas eu gosto de pensar que a gente nunca sabe o que se passa de fato do outro lado da tela e tudo pode não passar de uma ilusão.
Por aqui tenho tentado viver mais o presente, o real e isso tem me dado deliciosos presentes e aliviado algumas ansiedades.
@lorenawlr
@wgledston